O   s u p r e m o   T e m p l o   d e   O d i n   e m   p l a n o   t e r r e s t r e ,   e s t e   t e m p l o      o   c e n t r o   d o   p o d e r   e   d a   i n f l u  n c i a   d e   O d i n .   C o n s t r u  d o   p e l o   p r  p r i o   T h o r ,   e s s a   T o r r e   f i c a   s o b r e   u m   p r e c i p  c i o   q u e   n  o      a c e s s  v e l   p o r   m e i o s   h u m a n o s .   E l a      g u a r d a d a   p o r   u m a   t e m p e s t a d e   d e   r e l  m p a g o s   p e r p  t u a   q u e   d e s t r  i   t o d o s   o s   i n i m i g o s   q u e   c h e g a m   p e r t o .   S e   a p r o x i m e   a   s e u   p r  p r i o   r i s c o .   
 
 
 
 M u i t o s   o u t r o s   t e m p l o s ,   t o r r e s   e   s a n t u  r i o s   c o m o   e s t e   e x i s t e m   e m    r e a s   r e m o t a s   e   p e r i g o s a s   d o   m u n d o .   E l e s   s  o   s e m p r e   p r o t e g i d o s   p o r   f e n  m e n o s   n a t u r a i s   e   c r i a t u r a s   g u a r d i  s ,   m o r t a i s   e   i m o r t a i s . 
 
 